45 visitantes on-line ( Entrar na Sala de Bate-Papo )São Paulo, 19 de novembro de 2017

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Terapia Ocupacional
 
por
Marta Aoki e Rita de Cássia Vieira

A Terapia Ocupacional é uma profissão da área da saúde que se caracteriza pelo uso de atividades como recursos terapêuticos e pode beneficiar pessoas de qualquer idade que tenham dificuldades em realizar as atividades cotidianas. Dentre outras, pode-se citar pessoas com deficiência (mental, física, visual e auditiva), com distúrbios emocionais, doentes crônicos (câncer, doenças reumáticas, AIDS, acidente vascular cerebral - derrame etc.), idosos, moradores de rua.

A realização de atividades (lúdicas, artísticas, de autocuidado, jogos, lazer, profissionalizantes, entre outras) viabiliza a expressão, a espontaneidade, o conhecimento das potencialidades e das limitações das pessoas e promove o desenvolvimento em diversos aspectos (emocional, social, intelectual e físico), possibilitando que a pessoa adquira um maior grau de independência e autonomia.

O terapeuta ocupacional utiliza-se de técnicas para avaliar as necessidades e expectativas do cliente. O fundamental é que as atividades propostas tenham um significado para o cliente.

O terapeuta ocupacional pode desempenhar atividades em serviços públicos e particulares, tais como hospitais gerais e especializados, postos de saúde, ambulatórios, centros de reabilitação, centros de convivência, serviços de saúde mental, escolas especiais, clínicas, consultórios, atendimento domiciliar, entre outros.

Os atendimentos podem ser individuais ou em grupo, de acordo com as necessidades do usuário e com a dinâmica institucional.

Embora seja considerada uma profissão nova, a Terapia Ocupacional conquistou espaços, principalmente, onde a estrutura de trabalho conta com uma equipe multi ou interdisciplinar.

Na atuação junto às pessoas com deficiência o terapeuta ocupacional intervém sobre as incapacidades decorrentes da deficiência e sua relação com o ambiente e sobre as desvantagens ou conseqüências sociais da deficiência. Para isso é necessário abordar a família, o ambiente (seja o domicílio, sejam espaços de trabalho, de estudo, de lazer ou outros) e a rede de relações sociais do cliente. Ou seja, a pessoa atendida não é considerada somente em relação à deficiência ou à doença que possui, mas também em relação ao contexto social em que vive, às relações pessoais que estabelece e à sua individualidade.

Situações como o nascimento de uma criança com deficiência ou o cuidado de uma pessoa doente podem fragilizar as relações familiares. O terapeuta ocupacional, através da escuta dos familiares, pode oferecer suporte (orientações, esclarecimentos, discussões) com o objetivo de pensar em soluções e modos de lidar com a situação existente.

A atenção à residência da pessoa também é uma prática do terapeuta ocupacional. Através de adaptações no ambiente e objetos do cotidiano, é possível aumentar a independência da pessoa nas atividades diárias. Como exemplo, pode-se citar a indicação de rampas de acesso para cadeira de rodas, no lugar de degraus, e interruptores de luz e maçanetas de portas adequadas à condição física da pessoa. A indicação de equipamentos como cadeira de rodas e outros, também faz parte das intervenções para reduzir incapacidades.

A atuação do terapeuta ocupacional também pode ocorrer em escolas, locais de trabalho e lazer, oferecendo uma assessoria que facilite a inclusão de seus clientes nestes espaços sociais.

Este trabalho envolve, principalmente, a discussão sobre o preconceito existente em relação às pessoas com deficiência e seu direito de exercer a cidadania plenamente.

Cabe ressaltar que no processo de intervenção em Terapia Ocupacional o objetivo é o resgate e a valorização da potencialidade da pessoa assistida.


Produzido para a Rede Entre Amigos por:

·Marta Aoki – Terapeuta Ocupacional da APABEX – Associação de Pais Banespianos de Excepcionais;

·Rita de Cássia Vieira – Terapeuta Ocupacional da REATA – USP.

Obs: Marta Aoki é terapeuta de Vitória Muñoz, portadora de RTS, e membro da ARTS.
 
 
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