24 visitantes on-line ( Entrar na Sala de Bate-Papo )São Paulo, 20 de novembro de 2017

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Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
 
Os transtornos de déficit de atenção e hiperatividade são muito freqüentes na infância e na adolescência, no entanto existem muitas contradições em relação a sua origem, seu diagnóstico e seu tratamento. Crianças são consideradas pelos seus pais, professores ou outros profissionais como sendo agitadas, desatentas e hiperativas, podem apresentar esta quadro, que se associa a outros, como atraso em relação a fala, distúrbios de comportamento e dificuldades escolares quando comparadas às outras crianças.

Em 1995, Ferreira observou que as crianças com distúrbio do déficit de atenção podem apresentar alteração da sensibilidade, como por exemplo, da sensação de dor. Se a aquisição de sensibilidade encontra-se comprometida, as sensibilidades mais complexas como esquema corporal podem estar prejudicadas.

O distúrbio do déficit de atenção é mais evidente na pré escola e na fase escolar, pois é nesta época que percebemos que a criança não consegue prestar atenção no que é ensinado, distraindo-se muito facilmente.

O distúrbio do déficit de atenção atinge crianças que normalmente possuem uma inteligência média ou superior à média. Suas características clínicas são visíveis logo nos primeiros anos de vida, com alteração do seu processo de desenvolvimento neurológico e emocional. No primeiro ano de vida as etapas do desenvolvimento acontecem dentro do padrão esperado, mas não descartando a possibilidade de uma criança se mostrar agitada, irritadiça nesta fase.

A partir do primeiro ano de vida é que os pais percebem nitidamente que ela distrai-se facilmente, é mais agitada, principalmente quando em contato com outras crianças da mesma idade.

Existem várias abordagens terapêuticas, entre elas a medicamentosa.
São utilizados, paradoxalmente, estimulantes do Sistema Nervoso, que podem melhorar significativamente o distúrbio de atenção e hiperatividade, tendo mínima ou nenhuma ação nas demais manifestações clínicas.

O tratamento medicamentoso isoladamente é ineficaz, sendo necessário acompanhamento multidisciplinar que envolva atendimento nas áreas de psicologia, psicopedagogia, fonoaudiologia e outras, além de atividades esportivas.

Devemos tomar cuidado para não sobrecarregar a criança, em relação ao atendimento multidisciplinar, priorizando-se o encaminhamento das terapias de acordo com as necessidades específicas de cada caso clínico.
 
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