22 visitantes on-line ( Entrar na Sala de Bate-Papo )São Paulo, 20 de novembro de 2017

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Estimular é sinônimo de aprender mais?
 
O organismo que a criança utiliza para a tarefa da aprendizagem é admiravelmente projetado, com a máxima flexibilidade, de modo a que as principais operações e processos possam ser realizadas pelo Sistema
Nervoso.
Algumas reações estão fixadas apenas o suficiente para garantir a sobrevivência e as demais estão sujeitas à modificação e construção
através da aprendizagem. O Sistema Nervoso Central é uma intrincada máquina de aprender, que permite a coleta e a armazenagem de dados e seu uso subseqüente na alteração do comportamento. Ele permite que o indivíduo construa "um pequeno modelo de universo" em sua própria cabeça, e forme seu comportamento baseado em modelos.

A criança descobre o mundo fazendo experiências e, quando não encontra resposta para um fenômeno, inventa.

A maneira interessada como o bebê e a criança exploram o seu mundo à sua volta lembra em muito a forma de trabalho de um cientista , que faz seguidos testes, erra e acerta até confirmar um fenômeno. Bem pequeno o bebê procura pegar um objeto com as mãos e pode fazer várias tentativas até conseguir, constatando que, aquela parte do seu corpo cheia de dedos, "serve para alguma coisa". Quando começa a engatinhar, circula por todos os lados da casa, chegando muitas vezes, até bater com a cabeça na parede da sala ou ficar preso debaixo de algum móvel. Em seguidas missões, feito cientista, a criança revira o conteúdo do cesto de lixo, armários e gavetas - e é essa investigação que vai amadurecer o raciocínio infantil.

Estimulação é uma palavra tão repetida que fica parecendo que devemos transformar a vida de uma criança em um laboratório, onde ela deve ser iniciada em tudo: línguas, esportes, contato com cartões coloridos, entre outras coisas. Claro que os bebês e as crianças precisam de certa estimulação. Mas ela pode ser obtida no dia a dia, nas viagens, na escola, nas visitas de fim de semana, nas festinhas. Não há nenhuma prova científica de que a estimulação intensa pode fazer a criança ficar mais inteligente ou esperta, devendo - se tomar cuidado com os excessos, pois isto pode produzir um resultado negativo como a hiperestimulação, ou ainda uma desestimulação. Com tanto a fazer, com a agenda cheia, a criança se ressente de ter que atingir o sucesso, de estar acima das demais crianças e pode negar-se obstinadamente a aprender.
 
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