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A inclusão da Criança Deficiente no Sistema Regular de Ensino
 
Vontade política já existe, falta preparar o professor para que a tarefa seja bem-sucedida

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a criança deficiente física, sensorial e mental pode e deve estudar em classes comuns. A inclusão deste estudante, porém, só será eficiente se os educadores estiverem bem preparados para lidar com ele, o que, infelizmente, não acontece na maioria dos casos.

Esta é a conclusão da pesquisa realizada pela psicóloga Olga Maria Rodrigues, docente da Faculdade de Ciências da UNESP, câmpus de Bauru. Ela ouviu 60 professores de classes especiais e comuns, com o objetivo de saber o que pensam sobre o tema.

O principal obstáculo para a efetiva inclusão do estudante deficiente está na expectativa dos professores quanto à capacidade de aprendizado do aluno. "É comum que eles vejam o deficiente sensorial, aquele com problemas de fala, visão e audição, como deficiente mental", diz a docente Olga Maria Rodrigues.

Além disso, segundo a pesquisadora, acreditam que é mais fácil trabalhar em sala de aula com o deficiente físico do que com o sensorial. "Se analisarmos o rol de habilidades necessárias para a aprendizagem da leitura e da escrita, logo veremos que o deficiente físico não difere das outras crianças da classe", explica. Apesar disso, as pessoas pesquisadas acreditam que o deficiente pode estudar em classes de alunos comuns.

Segundo a pesquisa, os educadores entendem que a integração ocorre quando a criança participa de todas as atividades promovidas pela escola e consegue acompanhar os ensinamentos. "Observa-se aí uma postura de ‘normalização’ do portador de deficiência", diz a pesquisadora. "De nada vai adiantar solicitar uma tarefa cuja a deficiência o impeça de realizá-la plenamente; servirá apenas como desestímulo", observa. "É preciso desenvolver métodos alternativos de ensinar."

Na realidade, deve-se estimular nas crianças especiais a melhora de suas habilidades e aumento de seus conhecimentos. Para se alcançar esse objetivo, de acordo com a professora Olga Rodrigues, é preciso que os educadores recebam treinamento específico.

Devem, sobretudo, mudar o modo de olhar esse aluno para, assim, descobrir seu potencial intelectual. Isso também inclui condições materiais, um programa de trabalho e o envolvimento da família.

O que também falta aos educadores é a compreensão de que não existe diferença entre deficiências. A diferença está nas pessoas. "Além de estar preparado para incluir a criança especial em classes regulares, o professor também precisa acreditar na sua competência para ensinar", finaliza a docente da UNESP.

Genira Chagas da Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP
 
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