23 visitantes on-line ( Entrar na Sala de Bate-Papo )São Paulo, 20 de novembro de 2017

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Perfeição
 
Em Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de
crianças deficientes. Algumas crianças permanecem em Chush por toda a
vida escolar, enquanto outras podem ser educadas em escolas normais. Em
um jantar beneficiente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso de
que nunca seria esquecido pelos que estavam presentes. Depois de elogiar
a escola e seu dedicado pessoal, clamou ele,
"Onde está a perfeição em meu filho Shaya?" Tudo o que Deus faz é feito
com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como outras
crianças entendem.
Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras
crianças. Onde está a perfeição de Deus? A audiência estava chocada pela
pergunta, sofrida pela angústia do pai e paralizada pela pergunta
crucial. "Eu acredito", o pai respondeu, " que quando Deus traz uma
criança assim no mundo, a perfeição que ele busca está no modo como as
pessoas reajem a esta criança". Ele contou então a seguinte história
sobre o seu
filho Shaya.
" Uma tarde Shaya e o seu pai caminhavam por um parque onde alguns
meninos
que Shaya conhecia estavam jogando beisebol. Shaya perguntou: Você acha
que eles me deixarão jogar? O pai de Shaya sabia que o filho dele não
era muito atlético e que a maioria dos meninos não o queria no time
deles. Mas o pai de Shaya entendeu que se o seu filho fosse escolhido
para jogar isto lhe daria uma confortável sensação de participação. O
pai de Shaya aproximou-se de um dos meninos no campo e perguntou se
Shaya poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor procurando pela
aprovação dos seus companheiros de time. Não conseguindo nenhuma
aprovação, ele assumiu a responsabilidade em suas próprias mãos e disse
"Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava rodada.
Eu acho que ele pode entrar em nosso time e nós tentaremos colocá-lo
para bater até a nona rodada". O pai de Shaya ficou exaltado quando
Shaya abriu um grande sorriso. Pediram a Shaya para vestir uma luva e ir
ao campo para jogar. No final da oitava rodada, o time de Shaya marcou
alguns pontos
mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, o time de
Shaya marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial
para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar. O time
deixaria Shaya de fato bater nesta circustância e jogar fora a chance de
ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya. Todo o
mundo sabia que era quase impossível porque Shaya nem mesmo saiba
segurar o bastão. Porém quando Shaya tomou posição, o lançador se
moveu alguns passos para arremessar a bola suavemente de maneira que
Shaya pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Shaya
balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros do time de Shaya
foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador a espera
pelo próximo lance. O lançador deu novamente
alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o
lance, Shaya e o seu companheiro de time balançaram o bastão e junto
eles rebateram a lenta
bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la
lançado facilmente ao primeiro homen de base. Shaya estaria fora e isso
teria
terminado o jogo. Ao invés, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma
curva longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homen
de base. Todo o mundo começou a gritar, "Shaya, corra para a primeira.
Corra para a primeira ". Nunca na vida dele ele tinha corrido para a
primeira base. Ele saiu em disparada para a linha de base, com os olhos
arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o
jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola
ao segundo homen de base que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda
estava correndo.
Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim ele
lançou a bola
alta e distante, acima da cabeça do terceiro homen de base. Todo o mundo
gritou, "Corra para
a segunda, corra para a segunda". Shaya correu para a segunda base
enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a
base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada
adversária, colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram,
"Corra para a terçeira". Quando Shaya contornou a terçeira base, os
meninos de ambos os times correram atrás dele gritando, "Shaya corra
para a base principal". Shaya correu para a base principal, pisou nela e
todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se
ele tivesse vencido um "grand slam" e ganho o jogo para o time dele.
"Aquele dia", disse o pai docemente com lágrimas
caindo sobre sua face, "esses 18 meninos alcançaram o nível da perfeição
de Deus".
Engraçado como isto é tão verdadeiro e envergonha a todos nós! Engraçado
como você pode enviar mil "piadas" por e-mail e elas se espalharem como
fogo, mas quando você começa a enviar mensagens sobre algo bom, as
pessoas pensam duas vezes em compartilhá-las. Engraçado como a
indescência, as coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzam livremente
o ciberespaço, mas quando você for passar adiante esta mensagem, você
não a enviará para muitos em sua lista de endereços, porque você não
estará seguro no que eles acreditam, ou o que eles pensarão de você por
enviar isto a eles. Engraçado como uma pessoa pode se preocupar mais
sobre o que as outras pessoas pensam dela do que o que Deus pensa dela.
Engraçado não é? Entretanto algumas pessoas não se preocupam com as
outras - só com elas próprias! Vamos todos ter a esperança que nós
podemos fazer a vida um pouco melhor para pessoas que não estão tão bem
quanto nós.

(autor desconhecido)


 
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