7 visitantes on-line ( Entrar na Sala de Bate-Papo )São Paulo, 10 de dezembro de 2019

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Matheus
Matheus é o nosso primeiro e único filho.
Ele nasceu no dia 02/07/97, quando tínhamos 17 e 21 anos.
Durante a gravidez, tive anemia e infecção urinária. A idade gestacional foi de 37 semanas.
O parto foi fórceps, ele nasceu bem, chorou logo e teve nota 9 de Apgar. Nasceu com 48 cm e 3,030 kg.
Logo nos primeiros meses percebemos que o Matheus se engasgava muito e resolvemos procurar um médico. Este então pediu para que fosse realizado um exame de deglutograma e radiografia do esôfago, estômago e duodeno, no qual foi constatado refluxo gastroesofágico.
O Matheus foi internado uma vez com bronquite catarral aos cinco meses de idade.
Começamos a perceber que o nosso filho tinha algum problema aos seis meses de idade, pois ele não sustentava a cabeça e não sentava. Procuramos um neurologista que solicitou uma tomografia computadorizada do crânio, na qual foi constatado sinais sugestivos de agenesia parcial do corpo caloso com área hipoatenuante que pode corresponder a formação cística.
Levamos o Matheus a um geneticista, devido a algumas alterações no polegar e no hálux (dedão do pé) esquerdo, resultado da tomografia e refluxo gastroesofágico, suspeitou-se que ele fosse portador da síndrome de Rubinstein-Taybi. O geneticista solicitou um cariótipo, resultado normal.
Nosso filho fala poucas palavras, é muito atento, esperto, meigo e carinhoso.
Hoje com um ano e dez meses, não anda e nem engatinha sozinho, mas consegue ficar sentado sem apoio, mais ou menos cinco minutos sem cair.
Faz fisioterapia três vezes por semana.
Não temos a certeza da síndrome do nosso filho, mas continuaremos lutando para que no futuro ele seja independente porque nós o amamos muito e queremos que seja um grande homem.
 
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