São Paulo, 20 de fevereiro de 2020

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Heron
Heron, segundo filho, uma gestação considerada de médio risco, por apresentar pressão alta, batimentos cardíacos superiores a 120 e, hipertioridismo, precisei tomar medicamentos para controlar.
Sempre acompanhada pela médica, aos oito meses ela me encaminhou para o hospital, porque o bebê estava encaixado e ela queria que controlasse a minha pressão.
Fui para o hospital no dia seguinte bem cedo, com sangramento. Passei por uma bateria de exames e fiquei esperando o bebê nascer. O sangramento parou as dores passaram, e o médico falou-me que daria alta para almoçar no domingo com a minha família. Mas no sábado, por volta das 22:00hs, as contrações voltaram mais fortes, e na madrugada do dia 22/11/92, nascia o Heron com 50,5cm e peso 3.430Kg, com APGAR 8, nasceu de 8 meses.
Na hora não percebi nada de diferente. Com dois dias de vida foi constatado que estava com icterícia, ficou na foto e saímos após sete dias.
Voltei ao hospital para ser acompanhado no aleitamento materno, onde a criança era sempre examinada.
Com 3 meses acharam que o perímetro cefálico estava além das medidas normais e encaminharam-no para a neurologista tendo que fazer uma topografia onde nada constaram. A neurologista disse que ele só tinha problemas neuropsicomotor, nesta época tinha seis meses e não segurava o pescoço e nem engatinhava. A neuro não o encaminhou logo para fazer as sessões de fisioterapia e quando retornei ao consultório com o Heron ele já estava com um ano e dois meses. Neste momento a neuro o encaminhou para fazer as fisioterapias.
Heron mamava e logo após colocava tudo para fora, eu achava que era porque mamava depressa (fluxo-refluxo), teve começo de broncopneumonia foi tratado em casa e recuperou-se rápido.
Começou a participar das sessões de fisioterapia pelo SUDES, na Casa da Esperança de Santos, depois de um tempo fui chamada pela assistente social da Casa, para fazer uma avaliação geral do seu desenvolvimento, onde foi constatado que tinha uma atraso de seis meses psicomotor e mental.
Além da fisioterapia, começou a fazer um tratamento psicológico com um ano e oito meses.
Estava indo tudo bem, porém tive que interromper o tratamento.
Com um ano e onze meses começou a dar os primeiros passos.
Em outubro de 1995, Heron passou novamente por uma grande avaliação na Casa da Esperança de Santos.
No inicio de 1996, iniciou novamente as sessões de fisioterapia, terapia ocupacional psicologia e pedagogia, a pedagoga orientou-me para colocá-lo em uma escolinha normal, neste mesmo ano a psicóloga perguntou-me se já tinha levado Heron a uma genetecista.
Levei-o a uma genetecista que na hora diagnosticou como sendo da Síndrome de "Hás Korg", encaminhando-me para uma geneticista em São Paulo no Instituto Butantã, onde primeiramente fomos entrevistados para depois marcarem o exame.
Somente em 1998 que obtivemos o parecer como Heron sendo portador da Síndrome de Rubinstein Taybi.
No começo de 1997 teve alta da fisioterapeuta e da T.O.
No mês de maio começou a fazer fono, começando a expressar-se melhor.
No final de 1999, começou a fazer as sessões de T.O, conforme solicitação da psicóloga.
Saiu da Casa da Esperança de Santos.
No momento está matriculado numa escola especial no período da manha, onde faz o reforço e psicomotrocidade global e fina, no período da tarde vai para uma escola normal e uma vez por semana tem fono e T.O na Casa da Esperança.
Heron e um menino muito carinhoso, está indo bem, gosta de musica, jogos de quebra-cabeça, jogo de memória, e gosta muito de pegar revistinhas e livros, fica folheando-os e fazendo suas historinhas, gosta de jogar Vídeo-game.

Katia Fordelone Linhares Fernandes, mãe do Heron (RTS)
 
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